Cristiano Ronaldo, o capitão da Seleção Nacional, já apagou 40 velas no dia 5 de fevereiro, mas a idade parece que não passa por ele. A última prova disso foi o bis que marcou anteontem à Arménia, no primeiro jogo da qualificação para o Mundial’2026, e que lhe permitiu chegar a uns ternurentos 140 golos com o emblema das Quinas ao peito.
Certo é que, CR7 continua a escrever novos capítulos numa carreira recheada de recordes e troféus. Na Arménia, em apenas 58 minutos, altura em que foi substituído por Gonçalo Ramos para ser poupado para o jogo de amanhã, na Hungria, acrescentou dois golos ao currículo impressionante.
Aos 40 anos, o avançado do Al Nassr demonstra uma forma física impressionante e uma veia goleadora digna de registo, repetindo aquilo que tinha feito há quatro anos, quando teve uma série de quatro jogos sempre a marcar pela Seleção Nacional. Além de perseguir a melhor série da carreira a marcar pela Seleção, Cristiano Ronaldo tem outro desafio pela frente: tornar-se no máximo goleador em fases de qualificação para Campeonatos do Mundo. O avançado português soma 37 golos, menos dois do que o guatemalteco Carlos Ruiz, jogador que já se retirou. Logo atrás surge Lionel Messi, com 36 golos, mas só tem mais um jogo para disputar na fase de apuramento, contra o Equador, sendo praticamente certo que o astro argentino irá deixar a seleção logo após o Mundial. Já Ronaldo tem mais cinco jogos nesta qualificação, o primeiro amanhã, no Puskás Arena, palco de boa memória.