No domingo, após não ter conseguido evitar uma derrota do Santos diante do Coritiba (3-0), no Brasileirão, o extremo de 34 anos, que é o segundo jogador da história com mais internacionalizações pelo “Escrete”, com 128, mas não joga pela seleção desde 2023, começou por vincar que trabalhou ao longo dos últimos anos para regressar à sua melhor forma física e tornar-se opção para Ancelotti.
Após a partida, o jogador explicou tudo o que aconteceu e revelou a conversa que teve com o árbitro principal depois de tentar entrar em campo para remediar a situação – momento que acabou por lhe valer um cartão amarelo.
Neymar fez este discurso vestido com um casaco à Brasil, com as cores amarelo e verde, da seleção, mas o jogador explicou que não o fez para enviar um recado a Ancelotti. “Este casaco foi um presente de um amigo meu, que é o filho do Beckham, o Romeo Beckham. Ele escreveu aqui até uma coisa dos Jogos Olímpicos. Eu disse-lhe que o iria usar, foi por isso, não foi por nada de mandar mensagem. É um clima em que todo o mundo está à espera disso, todo o mundo espera pela convocatória de amanhã [hoje]. Por que não usar? Além de ser jogador, quero estar lá. Se não estiver, vou ser mais um a torcer pelo Brasil no Mundial”, garantiu.