O PSG venceu (2-0) de forma relativamente tranquila na receção ao Liverpool e está em vantagem nos quartos de final da Liga dos Campeões, mantendo assim o sonho da revalidação do título. O resultado, diga-se, não tem nada de surpreendente a olho nú, mas a verdadeira história do jogo está escondida nas estatísticas: o conjunto parisiense teve mais posse de bola (74 por cento contra 26), mais golos esperados (2.19 contra 0.18) e indiscutivelmente mais remates (18 contra 3).
Aliás, nenhuma das três tentativas dos reds foi na direção da baliza, querendo isto dizer que Safonov nem chegou a sujar o equipamento. Um golaço de DOué no primeiro tempo (11′) e outro de Kvaratskhelia no segundo (65′), a passe de João Neves, deram expressão ao domínio total dos parisienses.
Uma partida na qual Salah não saiu do banco de suplentes, uma decisão explicada pelo treinador Arne Slot após o apito final.
“Acho que foram uns 20, 25 minutos em que estivemos apenas a defender, e o Mo tem imensa qualidade, mas para ele estar 20, 25 minutos a defender dentro da própria área, penso que é melhor poupar a energia dele para os muitos jogos que aí vêm nas próximas semanas”, disse o técnico neerlandês.